{"id":104,"date":"2009-04-18T19:11:18","date_gmt":"2009-04-18T22:11:18","guid":{"rendered":"http:\/\/charlespennaforte.pro.br\/portal\/?p=104"},"modified":"2010-10-16T20:13:59","modified_gmt":"2010-10-16T23:13:59","slug":"entrevista-globo-com-charles-pennaforte","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/charlespennaforte.pro.br\/?p=104","title":{"rendered":"Entrevista Globo.com: Charles Pennaforte"},"content":{"rendered":"<div>\n<h1>C\u00fapula das Am\u00e9ricas deve servir para \u2018quebrar  o gelo\u2019 entre pa\u00edses<\/h1>\n<p>http:\/\/g1.globo.com\/Noticias\/Mundo\/0,,MUL1089756-5602,00-CUPULA+DAS+AMERICAS+DEVE+SERVIR+PARA+QUEBRAR+O+GELO+ENTRE+PAISES.html<\/p>\n<p>18\/04\/2009<\/p>\n<p>Analistas veem com otimismo mudan\u00e7a de postura dos EUA.<br \/>\nCuba,  que \u00e9 vetada de reuni\u00e3o, deve canalizar aten\u00e7\u00f5es em Trinidad.<\/p><\/div>\n<div>\n<div>\n<p><strong>Dani Blaschkauer<\/strong> <span> <span>Do G1, em S\u00e3o Paulo<\/span> <\/span><\/div>\n<\/div>\n<div><script type=\"text\/javascript\">\/\/ <![CDATA[\n                  var midiaEmbed = {                           tema: \"cinzaEscuro\",                           imagem: '\/GMC\/foto\/0,,20471518-EX,00.jpg' ,                           banda: 'TIPO_TXT' ,                           corFundo : \"FFFFFF\",                           corFonte : \"000000\",                           corLink : \"FF00FF\",                           corBorda : \"00FF00\",                           autoStart: false,                           midiaId: 1006360                  };                              var embed = new GMCEmbed(midiaEmbed);                             embed.print();\n\/\/ ]]><\/script><\/div>\n<p>Se &#8220;C\u00fapula das Am\u00e9ricas&#8221; pode parecer um assunto um         tanto mon\u00f3tono e burocr\u00e1tico, vamos colocar da seguinte forma:         este quinto encontro entre as na\u00e7\u00f5es do continente vai servir         basicamente como um primeiro encontro entre duas pessoas. E o         encontro aqui citado pode ser visto tanto entre empresas como  pessoal.<\/p>\n<p>Analistas ouvidos pelo <strong>G1<\/strong> acreditam que a quinta edi\u00e7\u00e3o, aberta na\u00a0sexta-feira (17),\u00a0trar\u00e1         de novo a postura mais \u2018humilde\u2019 dos Estados Unidos, tudo para         que possa se aproximar n\u00e3o de meia d\u00fazia de na\u00e7\u00f5es, mas de quase  todas.<\/p>\n<div>\n<div>\n<div><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/g1.globo.com\/Noticias\/Mundo\/foto\/0,,20468561-FMM,00.jpg\" alt=\"Foto: AP\" width=\"233\" height=\"166\" \/><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>No caso, e apenas para ilustrar o que deve acontecer de pr\u00e1tico         no encontro em Port of Spain, em Trinidad e Tobago, \u00e9 o caso de         amigos tentarem \u2018desencalhar\u2019 duas pessoas conhecidas entre si         com um encontro em um restaurante. Tudo para que ambos, no         m\u00ednimo, se transformem em bons amigos.<\/p>\n<p>A C\u00fapula das Am\u00e9ricas chega a sua quinta edi\u00e7\u00e3o.         Iniciada em 1994, em Miami, e realizada em m\u00e9dia a cada quatro         anos (as outras foram em 1998, 2001 e 2005), engloba os pa\u00edses         com chefes de Estados eleitos democraticamente. Da\u00ed a exclus\u00e3o         de Cuba dos encontros. Da\u00ed mais uma raz\u00e3o para os conflitos.<\/p>\n<p>Assim sendo, Cuba acaba sendo um ponto em conflito         para que o jantar entre as pessoas (no caso, na\u00e7\u00f5es) possa se         tornar um sucesso. No \u00faltimo dia 13, os EUA levantou restri\u00e7\u00f5es         de viagens \u00e0 ilha e de remessas              de dinheiro feitas por cubano-americanos para suas fam\u00edlias             que moram em Cuba, entre outras a\u00e7\u00f5es. O embargo         comercial, por\u00e9m, segue em p\u00e9. Assim como as rela\u00e7\u00f5es         tumultuadas entre os pa\u00edses bolivarianos (leia-se Venezuela,         Bol\u00edvia e Equador).<\/p>\n<p>Seguindo com a ilustra\u00e7\u00e3o: veja a reuni\u00e3o de         l\u00edderes como um jantar entre duas pessoas, no caso Estados         Unidos e Venezuela, e que foi promovido entre os amigos mais         pr\u00f3ximos de cada um deles, no caso, Chile, Brasil, Bol\u00edvia e         Equador, que tamb\u00e9m estar\u00e3o sentados \u00e0 mesa do restaurante para         ajudar a \u2018quebrar o gelo\u2019.<\/p>\n<p>Para ajudar a quebrar barreiras colocadas anteriormente por         rela\u00e7\u00f5es que n\u00e3o deram certo, principalmente por conta da         postura do ex-presidente americano George W. Bush, Barack Obama,         representando os norte-americanos, n\u00e3o vai com um carro         esportivo com a capota levantada, terno e gravata de seda e o         som estourando em decib\u00e9is. Mas de bon\u00e9, cal\u00e7a de sarja,         camiseta p\u00f3lo e com um sorriso aberto. No som, algo mais pr\u00f3ximo         de MPB. Do outro, Hugo Ch\u00e1vez, representando logicamente a         Venezuela, e mais Bol\u00edvia e, claro Cuba, vem com sua roupa         militar ou vermelha. Cara sisuda, n\u00e3o sabendo exatamente o que         esperar do outro lado, j\u00e1 que nos \u00faltimos oito anos (duas         c\u00fapulas) sempre se acostumou a ver e n\u00e3o ouvir Bush.<\/p>\n<p>&#8220;Os EUA n\u00e3o chegam com um plano pr\u00e9-concebido e j\u00e1 costurando com         seus aliados mais pr\u00f3ximos para tra\u00e7ar o plano deles meio que na         marra. Isto \u00e9 uma mudan\u00e7a importante. Esta mesma postura foi         tomada na Otan e no G-20. Os EUA mais ouviram do que levaram         coisas prontas. Este \u00e9 um ponto importante na diplomacia         americana. Nas \u00faltimas d\u00e9cadas os EUA chegaram com uma proposta         j\u00e1 fechada\u201d, afirmou Luiz Augusto Estrella Faria, professorde         Rela\u00e7\u00f5es Internacionais e Economia da UFRGS. \u201cVai ser um come\u00e7o         diferente na rela\u00e7\u00e3o principalmente entre Ch\u00e1vez e Obama,         diferentemente do que foi entre Ch\u00e1vez e Bush. Agora, Obama vai         ouvir. N\u00e3o quer dizer que ele vai acreditar ou colocar em         pr\u00e1tica, mas vai ouvir\u201d, completou.<\/p>\n<p>O professor Rafael Duarte Villa, professor de         rela\u00e7\u00f5es internacionais do departamento de ci\u00eancias pol\u00edcias do         instituto de rela\u00e7\u00f5es internacionais da USP, acredita que a         quinta edi\u00e7\u00e3o da c\u00fapula servir\u00e1 para as partes interessadas         \u2018trocarem os cart\u00f5es de visita\u2019.<\/p>\n<p>\u201cSem d\u00favida o ponto diferente deste encontro \u00e9 que         deixa de lado a discuss\u00e3o sobre algumas tem\u00e1ticas tradicionais         de outros encontros, fundamentalmente como sobre economia, sobre         zona de livre com\u00e9rcio, narcotr\u00e1fico, terrorismo. O centro da         agenda \u00e9 Cuba e a possibilidade de reintegra\u00e7\u00e3o dela ao conjunto         interamericano\u201d, afirmou. \u201cOs EUA precisam dizer para Ch\u00e1vez a         mesma coisa que disse o (presidente da Espanha, Jos\u00e9 Luis         Rodr\u00edguez) Zapatero quando come\u00e7ou o seu governo. A \u00e9poca de         (ex-presidente espanhol Jos\u00e9 Mar\u00eda) Aznar com Ch\u00e1vez foi de         enfrentamento. Quando come\u00e7ou, Zapatero disse inteligentemente         para Ch\u00e1vez para come\u00e7arem do zero. Pode ser uma atitude tamb\u00e9m         dos pa\u00edses bolivarianos. Um processo de aproxima\u00e7\u00e3o com os         Estados Unidos\u201d, disse.<\/p>\n<p><strong>Charles Pennaforte, diretor do Centro de Estudos         em Geopolitica e Relac\u00f5es Internacionais do Rio de Janeiro         (Cenegri), cr\u00ea que os Estados Unidos, ou basicamente Barack         Obama, est\u00e3o no caminho certo com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 Am\u00e9rica Latina.<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u201cA ideia do governo Obama \u00e9 apagar a tradi\u00e7\u00e3o do per\u00edodo Bush,         que relegou para o segundo plano a Am\u00e9rica Latina\u201d, afirmou. \u201cA         discuss\u00e3o tende a avan\u00e7ar, o encontro vai ser positivo porque         ser\u00e1 o primeiro encontro geral de Obama com os outros governos         da Am\u00e9rica Latina. A Venezuela ainda \u00e9 reticente, mas ser\u00e1 um         exerc\u00edcio de diplomacia de Obama. A marca de Ch\u00e1vez \u00e9 a ret\u00f3rica         antiamericana, mas Obama \u00e9 esperto neste aspecto, ele tentar\u00e1         apagar este per\u00edodo anterior do Bush\u201d, disse. <\/strong><\/p>\n<p>Todos est\u00e3o de acordo que mudan\u00e7as n\u00e3o devem         acontecer a curto prazo, que a C\u00fapula n\u00e3o trar\u00e1 altera\u00e7\u00f5es nos         rumos das negocia\u00e7\u00f5es a partir das pr\u00f3ximas semanas. Assim         sendo, o melhor \u00e9 que cada um continue enviando flores e         chocolates para os outros. Ao menos mal n\u00e3o vai fazer.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>C\u00fapula das Am\u00e9ricas deve servir para \u2018quebrar o gelo\u2019 entre pa\u00edses http:\/\/g1.globo.com\/Noticias\/Mundo\/0,,MUL1089756-5602,00-CUPULA+DAS+AMERICAS+DEVE+SERVIR+PARA+QUEBRAR+O+GELO+ENTRE+PAISES.html 18\/04\/2009 Analistas veem com otimismo mudan\u00e7a de postura dos EUA. Cuba, que \u00e9 vetada de reuni\u00e3o, deve canalizar aten\u00e7\u00f5es em Trinidad. Dani Blaschkauer Do G1, em S\u00e3o Paulo Se &#8220;C\u00fapula das Am\u00e9ricas&#8221; pode parecer um assunto um tanto mon\u00f3tono e burocr\u00e1tico, vamos colocar da seguinte forma: este quinto encontro entre as na\u00e7\u00f5es do continente vai servir basicamente como um primeiro encontro entre duas pessoas. E o encontro aqui citado pode ser visto tanto entre empresas como pessoal. Analistas ouvidos pelo G1 acreditam que a quinta edi\u00e7\u00e3o, aberta na\u00a0sexta-feira (17),\u00a0trar\u00e1 de novo a postura mais \u2018humilde\u2019 dos Estados Unidos, tudo para que possa se aproximar n\u00e3o de meia d\u00fazia de na\u00e7\u00f5es, mas de quase todas. No caso, e apenas para ilustrar o que deve acontecer de pr\u00e1tico no encontro em Port of Spain, em Trinidad e Tobago, \u00e9 o caso de amigos tentarem \u2018desencalhar\u2019 duas pessoas conhecidas entre si com um encontro em um restaurante. Tudo para que ambos, no m\u00ednimo, se transformem em bons amigos. A C\u00fapula das Am\u00e9ricas chega a sua quinta edi\u00e7\u00e3o. Iniciada em 1994, em Miami, e realizada em m\u00e9dia a cada quatro anos (as outras foram em 1998, 2001 e 2005), engloba os pa\u00edses com chefes de Estados eleitos democraticamente. Da\u00ed a exclus\u00e3o de Cuba dos encontros. Da\u00ed mais uma raz\u00e3o para os conflitos. Assim sendo, Cuba acaba sendo um ponto em conflito para que o jantar entre as pessoas (no caso, na\u00e7\u00f5es) possa se tornar um sucesso. No \u00faltimo dia 13, os EUA levantou restri\u00e7\u00f5es de viagens \u00e0 ilha e de remessas de dinheiro feitas por cubano-americanos para suas fam\u00edlias que moram em Cuba, entre outras a\u00e7\u00f5es. O embargo comercial, por\u00e9m, segue em p\u00e9. Assim como as rela\u00e7\u00f5es tumultuadas entre os pa\u00edses bolivarianos (leia-se Venezuela, Bol\u00edvia e Equador). Seguindo com a ilustra\u00e7\u00e3o: veja a reuni\u00e3o de l\u00edderes como um jantar entre duas pessoas, no caso Estados Unidos e Venezuela, e que foi promovido entre os amigos mais pr\u00f3ximos de cada um deles, no caso, Chile, Brasil, Bol\u00edvia e Equador, que tamb\u00e9m estar\u00e3o sentados \u00e0 mesa do restaurante para ajudar a \u2018quebrar o gelo\u2019. Para ajudar a quebrar barreiras colocadas anteriormente por rela\u00e7\u00f5es que n\u00e3o deram certo, principalmente por conta da postura do ex-presidente americano George W. Bush, Barack Obama, representando os norte-americanos, n\u00e3o vai com um carro esportivo com a capota levantada, terno e gravata de seda e o som estourando em decib\u00e9is. Mas de bon\u00e9, cal\u00e7a de sarja, camiseta p\u00f3lo e com um sorriso aberto. No som, algo mais pr\u00f3ximo de MPB. Do outro, Hugo Ch\u00e1vez, representando logicamente a Venezuela, e mais Bol\u00edvia e, claro Cuba, vem com sua roupa militar ou vermelha. Cara sisuda, n\u00e3o sabendo exatamente o que esperar do outro lado, j\u00e1 que nos \u00faltimos oito anos (duas c\u00fapulas) sempre se acostumou a ver e n\u00e3o ouvir Bush. &#8220;Os EUA n\u00e3o chegam com um plano pr\u00e9-concebido e j\u00e1 costurando com seus aliados mais pr\u00f3ximos para tra\u00e7ar o plano deles meio que na marra. Isto \u00e9 uma mudan\u00e7a importante. Esta mesma postura foi tomada na Otan e no G-20. Os EUA mais ouviram do que levaram coisas prontas. Este \u00e9 um ponto importante na diplomacia americana. Nas \u00faltimas d\u00e9cadas os EUA chegaram com uma proposta j\u00e1 fechada\u201d, afirmou Luiz Augusto Estrella Faria, professorde Rela\u00e7\u00f5es Internacionais e Economia da UFRGS. \u201cVai ser um come\u00e7o diferente na rela\u00e7\u00e3o principalmente entre Ch\u00e1vez e Obama, diferentemente do que foi entre Ch\u00e1vez e Bush. Agora, Obama vai ouvir. N\u00e3o quer dizer que ele vai acreditar ou colocar em pr\u00e1tica, mas vai ouvir\u201d, completou. O professor Rafael Duarte Villa, professor de rela\u00e7\u00f5es internacionais do departamento de ci\u00eancias pol\u00edcias do instituto de rela\u00e7\u00f5es internacionais da USP, acredita que a quinta edi\u00e7\u00e3o da c\u00fapula servir\u00e1 para as partes interessadas \u2018trocarem os cart\u00f5es de visita\u2019. \u201cSem d\u00favida o ponto diferente deste encontro \u00e9 que deixa de lado a discuss\u00e3o sobre algumas tem\u00e1ticas tradicionais de outros encontros, fundamentalmente como sobre economia, sobre zona de livre com\u00e9rcio, narcotr\u00e1fico, terrorismo. O centro da agenda \u00e9 Cuba e a possibilidade de reintegra\u00e7\u00e3o dela ao conjunto interamericano\u201d, afirmou. \u201cOs EUA precisam dizer para Ch\u00e1vez a mesma coisa que disse o (presidente da Espanha, Jos\u00e9 Luis Rodr\u00edguez) Zapatero quando come\u00e7ou o seu governo. A \u00e9poca de (ex-presidente espanhol Jos\u00e9 Mar\u00eda) Aznar com Ch\u00e1vez foi de enfrentamento. Quando come\u00e7ou, Zapatero disse inteligentemente para Ch\u00e1vez para come\u00e7arem do zero. Pode ser uma atitude tamb\u00e9m dos pa\u00edses bolivarianos. Um processo de aproxima\u00e7\u00e3o com os Estados Unidos\u201d, disse. Charles Pennaforte, diretor do Centro de Estudos em Geopolitica e Relac\u00f5es Internacionais do Rio de Janeiro (Cenegri), cr\u00ea que os Estados Unidos, ou basicamente Barack Obama, est\u00e3o no caminho certo com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 Am\u00e9rica Latina. \u201cA ideia do governo Obama \u00e9 apagar a tradi\u00e7\u00e3o do per\u00edodo Bush, que relegou para o segundo plano a Am\u00e9rica Latina\u201d, afirmou. \u201cA discuss\u00e3o tende a avan\u00e7ar, o encontro vai ser positivo porque ser\u00e1 o primeiro encontro geral de Obama com os outros governos da Am\u00e9rica Latina. A Venezuela ainda \u00e9 reticente, mas ser\u00e1 um exerc\u00edcio de diplomacia de Obama. A marca de Ch\u00e1vez \u00e9 a ret\u00f3rica antiamericana, mas Obama \u00e9 esperto neste aspecto, ele tentar\u00e1 apagar este per\u00edodo anterior do Bush\u201d, disse. Todos est\u00e3o de acordo que mudan\u00e7as n\u00e3o devem acontecer a curto prazo, que a C\u00fapula n\u00e3o trar\u00e1 altera\u00e7\u00f5es nos rumos das negocia\u00e7\u00f5es a partir das pr\u00f3ximas semanas. Assim sendo, o melhor \u00e9 que cada um continue enviando flores e chocolates para os outros. 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