“Nem”, “Neném”, “Baby” etc.: enxugando gelo


Desde pequeno escuto “comemorações” com as prisões de “chefões” do tráfico. Contudo, após cada prisão surgem outros “líderes”cada vez piores. E o pior de tudo: eles continuam a comandar os seus “negócios” de dentro das penitenciárias.

O tal “Nem” só existe  em função dos seus “clientes/sócios”. Em busca do hedonismo egoísta eles colocam  os recursos para a ciranda do tráfico continuar a existir.

A verdadeira discussão é: só há venda porque há compra. Mas esta afirmativa soa totalmente fora de propósito para os “sócios do tráfico”. Para eles não existe isso. Eles compram o seu pozinho e só. É mais ou menos o discurso do “Senhor das Armas”. Na história, o russo (traficante de armas) se exime de qualquer culpa ao dizer que só vende armas. Ele “não obriga ninguém” a comprar armas. Compra quem quer. Com esse raciocínio raso é permitido tudo.

É só aguardarmos uma ou duas semanas para um novo bandidão ser o novo “mais procurado pela polícia”. Aos “usuários” nada muda: o pozinho continuará a ser vendido.

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